terça-feira, 11 de março de 2014

Fotografias giras para grávidas de gémeos

Ideias super giras para mães grávidas de gémeos! Tirem muitas fotografias para mais tarde recordar este momento tão especial que é estar grávida de gémeos!

 

domingo, 9 de março de 2014

Estimular e educar crianças gémeas

A estimulação de bebés gémeos

Estimular e educar crianças gémeas não é tão diferente de irmãos de diferentes idades, mas o trabalho é em dobro!


"Em 2/3 das gestações gemelares, os gémeos são bivitelinos, portanto não são idênticos; em 1/3 são univitelinos, portanto idênticos. Os gémeos não idênticos são formados pela fecundação de dois óvulos por dois espermatozoides.
Na verdade, podem ou não ter o mesmo sexo e equivalem a duas gestações que se desenvolvem ao mesmo tempo e no mesmo ambiente. Já os univitelinos ou idênticos formam-se quando um único óvulo, fecundado por um só espermatozoide, sofre posteriormente uma divisão. Logo, gémeos idênticos têm necessariamente mesma carga genética e mesmo sexo.
No entanto, em ambos os casos, nascem da mesma gestação e, portanto são especiais, levando em conta que o mais comum para o ser humano é o nascimento de um indivíduo por gestação."

A estimulação das crianças gémeasComo estimular aos bebês gêmeos

Cada criança tem um desenvolvimento e ritmo particulares, e no caso de gémeos não é diferente. Por ter nascido no mesmo parto, não quer dizer que o seu desenvolvimento vai ser igual. Pelo contrário, em geral mostram um desenvolvimento diferente. Ainda que ambos apresentem, em linhas gerais, uma mesma idade de desenvolvimento, é frequente ver como um dos bebés apresenta um desenvolvimento, por exemplo, motor, mais acelerado que o outro. Por outro lado, um deles apresenta desenvolvimento afetivo social mais aguçado e o outro não.

No caso das nossas gémeas, já notamos isso e é bem evidente. Com 10 meses, a Luisinha já gatinha pela casa toda e põe-se em pé em todo lado. Por sua vez a Teresinha, mais calma, arrasta-se com o rabo no chão.
 
 Quando se trabalha a estimulação com bebés gémeos, deve-se levar em conta que apresentam o seu desenvolvimento cognitivo maior do que os bebés que nascem de um parto simples. Esta etapa chama-se “período de identidade gemelar” e aparece durante os dois primeiros anos de vida das crianças, gerando um atraso no seu desenvolvimento. Mas isso não é algo que tenha com que se preocupar, pois pode-se recuperar de maneira natural por volta dos seis ou sete anos de idade. 
Isso se deve que, desde o nascimento, as necessidades dos bebés podem se satisfazer não de maneira individual, mas como um casal. Se um bebé chora, deve-se atender a demanda de ambos e não de maneira particular. Em geral, os pais de gémeos têm muitas dificuldades para considerar cada criança em particular, como uma necessidade concreta.

Como educar bebés gémeos

Não conseguir considerar os gémeos nas suas particularidades por parte dos pais, pode gerar uma pequena dificuldade no desenvolvimento deles. Daí devem-se respeitar alguns aspectos:

- Respeitar a individualidade do bebé. Desde o ponto de vista da estimulação, devemos também, ter momentos diferenciados com cada um, já que apresentarão desenvolvimento diferente um do outro. Deve-se levar em conta sua idade de desenvolvimento e ritmos próprios.
- Outro aspecto a levar em conta é que as primeiras conquistas, no que se refere à aprendizagem, como por exemplo, aprender a andar e falar pode aparecer de modo paralelo, porque as crianças estimulam uma à outra.
- Quando um bebé começa a gatinhar, arrasta-ser ou andar, o outro tem um modelo a seguir que o motive a fazer algo que poderia fazer também.
- Do mesmo modo, quando um começa a balbuciar, o outro repete seus balbucios, de modo que às vezes parece que estão respondendo um ao outro. Esse é o momento de aproveitar para estimular a linguagem com eles.
- Por outro lado, em outros tipos de aprendizagem, como por exemplo, o motor fino, como percepção, pode ser que haja diferenças, e um bebé se sobressaia ao outro.

Em linhas gerais existem quatro etapas do desenvolvimento gemelar:

 

1. A fusão gemelar (0 a 2 anos): nessa fase são muito parecidos e suas necessidades são satisfeitas ao mesmo tempo.
2. A particularidade (a partir dos dois anos): cada um começa a desenvolver seus próprios potenciais.
3. A primeira fase de autonomia (até os seis anos): a escola permite que cada criança adquira um comportamento de indivíduo completo.
4. A segunda fase de autonomia: a adolescência.
Levando em conta esses aspectos de desenvolvimento dos gémeos, não tem porque ser tão diferente de como é com irmãos de idades diferentes, somente porque teremos o dobro de trabalho.


(Artigo com base na Pedagoga especialista em Atenção Precoce e Educadora em Massagem Infantil Marta Veguillas Ocaña)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Ideias com classe para batizado de gémeos

Se tem gémeos e pretende batizá-los aqui ficam algumas sugestões cheias de requinte! Se organizar o batizado de uma criança é difícil, já se sabe que com gémeos é tudo a dobrar!
Mas existem ideias giríssimas e se não tem ajudas pode guiar-se por esta pequena compilação. Desde os vestidos compridos, aos bolos, às lembranças e toda a decoração riquíssima de pormenores....

VESTIDOS DE BATIZADO

    Batizado dos gémeos da Dinamarca


 Bebexik


BOLOS DE BATIZADO PARA GÉMEOS



LEMBRANÇAS DE BATISMO
 


sábado, 25 de janeiro de 2014

Pura diversão!


Os momentos entre elas começam cada vez a ser mais cúmplices e divertidos! É bom passar serões assim e vê-las a interagir cada vez mais.
Ser mãe de gémeos não é tão mau como se julga, aliás é maravilhoso e os momentos bons duplicam-se a todo o momento. Riem-se e fazem-nos rir! Uma alegria! 
E são assim os 8 meses, a caminho dos 9....

domingo, 5 de janeiro de 2014

Origem e significado dos nomes de menina


Origem e significado dos nomes de menina

Está à procura de um nome para a sua filha? Veja aqui o significado e a origem dos nomes de menina de A a Z.

Origem e significado dos nomes de menina
http://www.maemequer.pt/estou-gravida/prepare-a-chegada-do-bebe/significado-nomes-menina/origem-e-significado-dos-nomes-de-menina 

Aqui estão os significados dos nomes das minhas princesas: Mariana, Teresa e Luísa

Procurem também o significado dos nomes das vossas meninas e partilhem! E para quem ainda não tem filhos, ou deseja tê-los em 2014, inspire-se....

Mariana
Nome de origem hebraica resulta da aglutinação de Maria e Ana.
Quarto nome de menina mais registado em Portugal em 2012.
Mariana é uma pessoa simpatia generosa e inventiva, sociável, intuitiva, está sempre disposta para os outros, mas é certo que não hesita em manobra-los para atingir os seus ambiciosos desejos. Tem uma energia contagiante e envolve-se profundamente em tudo o que faz. Com um traço familiar muito forte, protege a família e recorre ao seu seio sempre que se sente mais frágil. A fidelidade é a qualidade que mais valoriza numa relação. Aparentando objetividade, no seu íntimo hesita e muda bastante.

Teresa
Nome de origem grega significa "caçadora". 

Luísa
Derivação feminina de Luís, nome de origem germânica, significa “glorioso em combate”, "amada".

Amor, faz-me um filho....ou dois!


Amor, faz-me um filho....ou dois! Ou será Cristiano Ronaldo, faz-me um filho!? Isto na versão mais economicista....

Chega a roçar o ridículo...mas dá que pensar! Ter um filho devia ser visto como um acto de amor e não como uma despesa!

Não é certamente um desejo meu para 2014 (que já contribuí...e muito), mas gostava que fosse um desejo para muitas pessoas à minha volta!


Leiam esta brilhante crónica de Sofia Anjos



"Este ano vou pedir que nasçam mais bebés. Sim, porque tenho de zelar para que a Laura tenha amigos da idade dela quando crescer. Por este andar, corre o risco de ir brincar no parque infantil com o Avô Cantigas, que já no meu tempo era deprimente.

Fazer um filho está a tornar-se mais difícil do que engolir um sapo, sem ser como força de expressão. Não é assim tão simples fazer um bebé. Os bebés não vêm de Paris, na história das cegonhas só cai quem acredita no Pai Natal e, quanto à sementinha, esta custa mais a encontrar do que a plantar. É pois, literalmente, duro fazer um filho.
O ano passado, dois hospitais andaram a reclamar para si o nascimento do primeiro bebé do ano. Por enquanto, ainda há bebés a nascerem no primeiro dia do ano, mas não me surpreende que, mais ano menos ano, o título vá para um bebé nascido em Agosto.
Com este cenário de disputa de bebés, e para incentivar a natalidade, algumas câmaras municipais começaram a oferecer dinheiro a quem fizer filhos, na sua terra. Por exemplo, faz-se um bebé e pode-se receber 500 euros em Paredes de Coura. Quem arriscar ir ao terceiro rebento recebe o dobro. Parece difícil de acreditar que, juntando este incentivo ao famoso festival da região, não tenha havido um baby boom entre os jovens desta autarquia.
São já medidas desesperadas, porque algumas câmaras estão mesmo “desbebezadas”. Não têm novos munícipes que, daqui a uns anos, tomem conta dos velhos munícipes. Porque isto dos novos e dos velhos é suposto ser uma pescadinha de rabo na boca. Caso contrário, os parques infantis serão futuros aposentos dos tempos livres dos mais séniores: “O senhor que não chegou a ser avô partiu o último dente no escorrega porque a sua esposa ganhou balanço a mais no baloiço e foi cair em cima dele”.
Pois eu não recebi incentivo nenhum e só não paguei para ter a minha filha porque fui para um hospital público. Bem, na verdade a Laura custou-me um donut, pouco mais que um euro, trazido da cafetaria. Foi tudo o que gastei no seu nascimento. Mas pagava, e pagava bem, se tivesse de ser. Mas o cerne da questão não está no parto ou nas fraldas, está nas creches: a maioria, diria que absoluta, são caras, têm lista de espera e só não dão tau tau aos papás que se atrasam a ir buscar os miúdos porque lhes cobram cada minutinho extra. De facto, as pessoas não têm filhos porque blá blá blá a conversa do individualismo, blá blá blá a conversa da profissão, mas estou convencida que é tão simples quanto a expressão: não há dinheiro, não há palhaços.
A segunda passa da meia-noite vai para a Laura, um dos quase 80 mil bebés, segundo as previsões de fecho deste ano, nascidos em Portugal. Como já cá está, vou ter de repartir os desejos das minhas passas com ela. É que não conheço bebés que comam passas-uva. Foram 38 anos a pedir desejos só para mim. Tinha muitas coisas a desejar, ideias nunca me faltaram e, confesso, não gastei nenhuma passa a pedir a paz no mundo.
Pedia saúde, enquanto fumava um cigarro e punha o dedo na baba de camelo, e implorava por manter o subsídio de férias, garante de continuar a ver o mundo um bocadinho mais ali à frente do meu nariz. E claro, anos houve em que pedi o mais clássico dos anseios da mulher pós-trinta-quase-quarenta-meu-deus: quero um filho. Ainda estou para perceber como é que não tive quadrigémeos. Sim, porque há desejos que repetimos todos os anos.
Começamos a ficar “passados” quando perdemos as nossas passas. Ou seja, quando nos apercebemos que estamos a envelhecer pois já não sonhamos só para nós. Os filhos são os primeiros a substituírem-nos os sonhos. Depois, lá para os oitenta, quando nem dentes tivermos para mastigar as passas com determinação, serão todas destinadas para pedidos a favor de pessoas de quem iremos gostar na altura. Que já se sabe, ironicamente, metade delas não serão as mesmas pessoas do presente.
A percentagem de casais com filhos baixou, somos um dos países com a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia, pelo que duas ideias me ocupam o pensamento. Primeira: é uma sorte ter sido mãe. Segunda: provavelmente, não vou ser avó.
Portanto, urgem condições, campanhas, incentivos, abonos, subornos, medidas vale-tudo e mais um par de tomates destemido para se fazerem bebés. É preciso também mais amor. Para podermos dizer ano novo, filho novo. E não filhos zero.
Esta passagem de ano é pois para brindar aos bebés. Porque não é todos os anos que se fazem filhos. Mas com Champomy é que não me apanham de certeza."

http://lifestyle.publico.pt/artigos/329299_2014-faz-me-um-filho

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

As crianças que têm medo do Pai Natal

Os vossos filhos também tiveram medo do Pai Natal? Não se preocupem, não são os únicos e não é assim tão pouco frequente quanto isso! A nossa princesa mais velha também passou por essa fase! Mas este ano, já com 3 anos, perdeu esse medo e começou a compreeender um pouco a fantasia do Natal.


"O medo do Pai Natal é mais comum do que se pensa e os pais desempenham um papel fundamental no processo de adaptação dos mais novos a esta figura característica da época natalícia.
O pediatra Emídio Carreiro diz que «de acordo com as idades, as crianças têm diferentes reacções ao Natal e, principalmente, ao Pai Natal»,sendo natural que «nos dois primeiros anos a criança sinta medo».

 «Esta reacção pode corresponder ao aparecimento inesperado da figura do Pai Natal na vida da criança», explica.
A fantasia do Pai Natal começa a levantar algumas dúvidas por volta dos 5-6 anos, quando a criança começa a questionar os pais sobre a sua veracidade. Sem as contrariar, «pais e educadores devem explicar a verdade sobre o Pai Natal, fazendo referência ao simbolismo da bondade, generosidade, partilha e atitudes de compreensão que se associam à época de Natal, dando exemplos familiares e outros que as crianças reconheçam», lembra o pediatra, director do Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Porto." (Diário de Coimbra, 24 de Dezembro 2013)